
O Inferno
O inferno nada mais é do que a pura solidão
Caminhar por estradas confusas
Vislumbrar sorrisos obtusos
Sonhar com terras ermas
E acordar nos seios da escuridão
O inferno nada mais é do que a pura solidão
A solidão dos moribundos
A solidão dos eternos amantes
A solidão das mentes brilhantes
O inferno nada mais é do que a pura solidão
De acordar num leito vazio privado da tua
doce mas infernal presença
Que aquece mentes brilhantes
E nos torna eternos amantes
O inferno nada mais é do que a pura solidão
A solidão dos moribundos
A solidão dos eternos amantes
A solidão das mentes brilhantes
O inferno nada mais é do que a pura solidão
Então sou visto como um moribundo
Abandonado neste inferno
Sentado na escuridão
lembro dos teus olhos
dos teus seios
do teu corpo
da tua infernal presença
E descubro que
O inferno nada mais é do que a pura solidão
A solidão dos moribundos
A solidão dos eternos amantes
A solidão das mentes brilhantes
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